Acreditar!
Talvez muito pouco esteja nas nossas mãos para mudarmos todas estas circunstâncias, todos estes interesses instalados. Mas quando se acredita que o livro da vida é feito de pequenas palavras, de frases que não entendemos e de artigos indefinidos; quando se acredita que o livro da vida não precisa de grandes adjectivos, nem se escreve com muitos “ses” ou muitos “mas”; quando queremos que ele também tenha páginas em branco onde damos espaço ao tempo e à brisa da manhã; quando acreditamos que o livro da vida também é feito de silêncios e nadas, então fazemos o que estiver ao nosso alcance, ajudamos se pudermos ajudar, escrevemos textos que ninguém mais lerá…
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